Rufus: quase humano.
para não ficar aqui enrolando com eternas impressões sobre a nova cidade, vou ser breve.
Não amei mas também não detestei Campo Grande, assim, de cara. Muito cedo para julgá-la. Cada cidade no seu ritmo, nós é que temos de nos adaptar a ele...
Nem por minha pequena cidade natal eu morro de amores!!
Tá, mas tirando os semáforos que não são sincronizados e anda me irritan muito, tirando o combustível mais caro e a vida noturna, digamos, meio adormecida e sem graça, tirando esse calor infernal do qual nem penso em me tornar fã um dia (sou literalmente nórdico: adoro o frio), essa cidade tem lá seus encantos.
O trânsito aqui (pasmem!) é ordeiro — xi, os goianos deveriam vir aqui fazer um estágio prolongado... — , as ruas são incrivelmente limpas, há uma nítida sensação de segurança no ar, as praças são lindas, os bairrros centrais não são decadentes, como é de praxe nos grandes centros (as casas são belas e harmoniosas), e há muito da culinária japonesa nos restaurantes e feiras da cidade (coisa que adoro... já experimentaram um sobá às cinco da manhà, em plena feira noturna??).
Por enquanto, meus caros, eu vos deixo, pois estou literalmente enlouquecendo com a procura da casa em que vou residir. Há algumas opções, nem todas boas ou agradáveis, e o relógio correndo, eu tendo de voltar para Goiânia para organizar a mudança, os pequenos já morrendo de saudade de mim, pois ficaram por lá...
Mas espero sobreviver a tudo isso, pois eu já sabia que seria assim...
Em breve, Rufus voltará à ativa, com suas divagações bobas e sem graça...
Assim será.