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Reflexões vazias (ou cheias...) que até podem levar a algum lugar. No fundo, apenas quero saber bem mais que meus 40 e poucos anos.

Rufus/Male/. Lives in Brazil/Goiânia/, speaks Portuguese and French. Spends 20% of daytime online. Uses a Fast (128k-512k) connection. And likes Music/More Music.
This is my blogchalk:
Brazil, Goiânia, Portuguese, Spanish, French, Rufus, Male, Music, More Music.

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Rufus: quase humano.
terça-feira, maio 10, 2005
Arte.
Arena, Blackfield, Brand X, Camel, Chroma Key, Collage, Echolyn, Eloy, Explorer’s Club, Fates Warning, Final Conflit, Gong, Grobschnitt, Glass Hammer, Green Carnation, Hagen, Happy the Man, I.E.M., Landberk, Lands End, Labyrinth, Magma, Mindscape, No Man, Paatos, Pendragon, Pallas, Pineapple Thief, Procul Harum, Samurai, Satellite, Shadow Gallery, Soft Machine, Superior, Symphony X, Supersister, The Strawbs, Tool, Talk Talk, Tempus Fugit, The Flower Kings, Threshold, Transatlantic, UK, Violet District, Vital Duo…
Tantas bandas legais e dos mais diversos países tenho ouvido por esses dias... Sons virtousísticos, complexos, viajantes, bem elaborados, sonhadores, inspirados, músicas longas, outras curtas, bandas principalmente do Velho Mundo, como Reino Unido, Alemanha, Suécia, Finlândia, Holanda, mas também dos EUA e mesmo do Brasil...
(Mas convenhamos: algumas bandinhas japonesas e italianas não têm conserto, gente, me desculpem a franqueza.... O som não desce nem com Engov...)
Por isso tudo, gostaria muito que vocês um dia compartilhassem esse enlevo que experimento agora, ao apreciar a música elevada à categoria que mais lhe faz juz: à de arte. Pura arte.
Podem até me deixar cego um dia, mas, por favor, nunca me deixem surdo...
segunda-feira, maio 02, 2005
A Música sempre fica...
Fabião, Fabião, por onde andas, rapaz?
Se eu te contar que, numa só tacada, durante este final de semana, eu encontrei duas músicas que evocam tantas e boas lembranças de nossa infância de poucos brinquedos e muitos livros? Músicas que sempre povoaram nossa adolescência com seus acordes mágicos e envolventes, que nos inspiravam e abriam nossas mentes atemporais para discussões filosóficas sobre o destino do homem, da humanidade?
A primeira delas é a sinfonia nº 3, do Brahms; a segunda, a Sinfonia Alpina (Eine Alpensinfonie), do Richard Strauss...
Dois compositores alemães, o primeiro romântico, o segundo romântico tardio.
Lembra-se de eu só tinha uma cópia fajuta em uma fita cassete da sinfonia do Brahms, que eu mesmo havia copiado de um disco em vinil? Pois bem, eu simplesmente achei uma versão dela com a Orquestra Sinfônica de Berlim, a melhor do mundo...
Fabião, Fabião, se eu te contar que escrevo estas imprecisas linhas enquanto escuto Brahms, você acreditaria? Nem mesmo eu...
Estão todas ali, aquelas notas de um compositor que admirávamos pela sensibilidade e pela beleza de harmonias tão perfeitas...
Que geração, hoje, se iguala à nossa? Crianças que ouviam música, muita música, principalmente clássica e instrumental, e viam as Letras, a poesia, como manifestações genuínas daquela linguagem humana intocável — quase — à razão, mas plena de sensibilidade, de uma energia que tanto queríamos possuir, ou reproduzir com nossas próprias mãos...
Que jovens hoje experimentam as mesmas sensações, as mesmas idéias, a mesma vitalidade? Os de hoje só se afogam em drogas, quando muito em futilidades passageiras com ares de intelectualismo...
Mas a música fica, Fabião, como ficou em nossa memória cada nota e cada acorde de tão maravilhosas composições, as quais ouço agora, e que cada vez mais me transportam no tempo e no espaço...


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